Valores referentes a três parcelas do pagamento será adiado até o final do acordo, em fevereiro de 2023, dando fôlego de cerca de 10% da folha atual.



Não vai salvar as contas do clube, porém é um fôlego que ajuda a diminuir o total das despesas do Sport. O clube conseguiu repactuar parte da dívida que possui com o ex-goleiro Magrão, amenizando o impacto nas contas do clube durante o período em que dura as paralisações dos jogos, em decorrência da pandemia decorrência da pandemia de Covid-19.


Foram quatro parcelas redefinidas, sendo duas delas no valor integral e as outras duas reduzidas pela metade. O Sport deixará de pagar os valores referentes aos meses de abril e junho em 100%, enquanto os montantes referentes aos meses de maio e julho em 50%.

"Foi feita uma repactuação amigavelmente entre o Sport e o Magrão. Eles pediram a situação e nós consentimos em relação à pandemia, até por entender a situação em que o clube vive no momento", relatou o advogado do goleiro Magrão, Leonardo Laporta. "Essas parcelas estão no curso do acordo e são referentes ao período da pandemia", completa o vice-presidente jurídico do Sport, Manoel Veloso.

Com isso, o valor economizado pelo Sport durante o período será referente ao total de três parcelas, ou quase R$ 128 mil, que se aproxima de 10% do montante da folha salarial mensal do elenco. Das 44 parcelas determinadas para pagamento do total de R$ 1.875.000,00, desde agosto de 2019 o Sport quitou oito delas no valor unitário de R$ 42.613,66.

Com isso, os três meses adiados do período da pandemia serão resgatados a partir do mês de fevereiro de 2023, quando encerra o parcelamento da dívida. "As parcelas foram transportadas para o final do prazo. Nós vamos pagar do mesmo jeito, só que no final (do parcelamento). Resumindo, no período da pandemia não precisaremos pagar", garantiu o vice-jurídico.






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