Em 1955 era questão de honra para Adelmar da Costa Carvalho, presidente do clube nesta época, a conquista do campeonato daquele ano. Afinal de contas o Sport comemorava seu Jubileu de Ouro e não podia abrir mão daquele título.
Então o presidente Rubro-Negro não mediu esforços e trouxe o renomado Gentil Cardoso para treinar o Leão da Ilha e o atendeu em todos os reforços que solicitou para equipe. Como era de se esperar, com um time novo e desentrosado, os bons resultados demoraram um pouco a chegar. Mas quando a equipe engrenou não teve mais para ninguém. O ataque do Sport era irresistível e se tornou uma das mais célebres linha de frente da história do futebol de Pernambuco de todos os tempos. Era composta por Traçaia, Naninho, Gringo, Soca e Geo ou Eliezer. E se não bastasse tamanha força ofensiva a retaguarda era garantida por Osvado, Bria, Pedro Matos, Osvaldinho, Ely e Pinheirense, uma verdadeira muralha contra os ataques adversários.

Em 1956, o Leão preservou a base do time do Cinqüentenário. Quem assumiu a comissão técnica foi Dante Bianchi. Já totalmente entrosado, o time "jogava por música" e sagrou-se bi-campeão estadual sem maiores problemas. A equipe Rubro-Negra era formada por: Osvaldo, Bria, Djalma, Zé Maria, Mirim e Pinheirense; Traçaia, Naninho, Gringo, Soca e Géo. Neste ano, o Sport cedeu nada menos que 6 jogadores para integrar o time titular da Seleção Pernambucana. A Cacareco brilhou no campeonato Brasileiro de Seleções, tendo Mirim no meio campo e toda linha de frente Rubro-Negra.
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