Ainda é grande a boataria que no nosso ataque existe um clima de "egoísmo" entre bala e weldon. Pode até ser verdade, não sei, aliás, o tempo e outras partidas dirão.

Mas me permitam tentar esboçar uma defesa para um ATACANTE, acostumado a fazer gols, cobrado por isso, que entra na área, que tem a chance de tocar para um outro companheiro, mas não toca. Errado? Sem dúvida. Mas é aceitável algumas vezes sim. Ele confia no taco dele, ele geralmente tá na grande área, pode fazer também, e decide resover arriscando tudo.

Mas no caso de uma MEIA é um total absurdo. Simples, a primeira tarefa do meia é servir, é encontrar os atacantes, é deixá-los na cara do gol. Muitos são até condicionados a isso e raramente definem, mesmo quando é pra definir mesmo.

Fumagalli errou e errou feio, muito feio em não tocar a bola pra bala naquele melhor contra-ataque que tivemos. Não estava perto da área, o zagueiro tava mais pra ele do que pra bala, e era só rolar na frente pra o baixinho resolver. Poderia até seguir no lance, quem sabe um rebote, quem sabe bala devolvesse, no máximo isso. Pior ainda, demorou, prendeu, a ponto de chegar mais jogadores do sport (salvo o engano o luciano henrique) também em condições de receber.

Já imaginaram as línguas afiadas se fosse weldon naquele lance???

Se liga fumagol. Presta atenção ao serviço.