Desculpas não resolvem - Parte II
Para não cometer injustiças (vide post anterior):
- Enílton, nem uma palavra. Neste momento seu único direito, assim como o do seu colega Roger, é o de nos provar que tudo não passou de uma má fase das brabas…
Para não cometer injustiças (vide post anterior):
- Enílton, nem uma palavra. Neste momento seu único direito, assim como o do seu colega Roger, é o de nos provar que tudo não passou de uma má fase das brabas…
“Peço desculpas à torcida do Sport, por mais uma vez ter tentado e não ter conseguido fazer os gols da vitória. Mas quero que saibam que trabalho e me esforço todos os dias para que o Sport vença suas partidas.”
É isso? Simples assim? Desperdiça um caminhão de gols, os adversários vão nos ultrapassando na classificação geral, mas um pedido de desculpas apaga tudo? Aliás, um pedido não né? Pois eu já perdi as contas…
Olha Roger, não posso falar pelos outros, mas posso falar por mim, então, tenha a certeza de que eu não te desculpo. E aí, como fica? Vai fazer o que quanto a isso? Vai pedir pra sair? Vai sugerir a Nelsinho que dê chance ao Ciro ou ao Joélson? Vai finalmente acertar o pé e meter a bola pra dentro? Vai apenas ficar repetindo que vai trabalhar e se empenhar para mudar um quadro que nunca muda e só piora?
Espero respostas amanhã, no máximo, e dentro de campo, não nos microfones, pois não tens mais crédito algum. Aliás, teu saldo devedor é enorme!
Os mesmos erros, as mesmas desculpas, e mais uma vez vimos o Sport perder três pontos onde tinha tudo pra sair com uma vitória que o colocaria bem próximo aos líderes do campeonato.
Venceu quem foi mais competente, e nesse quesito o Atlético-MG soube aproveitar melhor e virou pra cima do Leão da Ilha. Estava perdendo por 1x 0 e viu o placar final estampar 2×1.
Há quem diga que com a saída de Alexandre Gallo o time das alterosas ganhou um novo ânimo, e acho que isso foi verdade. Até saindo o treinador ainda é uma pedra no sapato do Sport.
Novamente chances criadas e perdidas. A partida tinha a cara do rubro-negro pernambucano como vencedor. Mas só a cara mesmo porque quem cantou de galo, foi o galo (mineiro).
Até Roger marcou um gol numa das boas jogadas do leão e tudo levava a crer que seria o jogo das causas impossíveis. Nem deu tempo de comemorar e lá estava Magrão buscando a bola dentro do gol numa desatenção total do meio campo do Sport.
Mais uma vez a velha história do “ressuscitador”, confesso que esse time do Atlético-MG é um dos mais fracos que já vi pelos lados de Minas Gerais e mesmo assim não conseguimos vencê-lo.
O Leão da Praça da Bandeira brevemente passará a ser chamado de ‘defensor dos fracos e oprimidos’, pois é só o que está faltando. Vamos deixar esse jargão para os super-heróis e passar a sermos o vilão da história.
Outro resultado que não seja a vitória contra a Portuguesa-SP na próxima rodada será inadmissível. O Sport jogará na Ilha do Retiro, com o apoio da sua torcida e contra um time que está mal na tabela. Alguns segundos de silêncio - Esse é o grande problema…
O Ipatinga-MG veio para o Recife na intenção de no mínimo conseguir um empate. Uma formação totalmente defensiva e o que víamos era o time mineiro montar uma verdadeira barricada a frente de sua área numa tática totalmente kamikaze.
Um primeiro tempo normal, o Sport pressionando o fraco e sério candidato ao rebaixamento Ipatinga-MG, Márcio Goiano inibido e não mostrando nada, a zaga rubro negra, mesmo sem a presença de Durval, consistente e Enilton perdendo gols incríveis. Tudo normal mesmo.
Após a volta do intervalo, o Sport veio mais ‘ligado’ e tratou logo de dispensar o papo mineirinho que tem fala mansa e partiu pra cima do adversário.
Daniel Paulista, que parecia estar na Romênia no inicio do jogo, decidiu acordar e ‘voltar’ ao Recife, fez uma bela jogada e deixou Carlinhos Bala na frente do gol.
Nelsinho mudou o time colocando o Ciro no lugar de Enilton, a torcida pedia Joelson e o cabeça dura de Nelsinho Batista colocou o Ciro. Ele não atendeu aos pedidos da torcida e o que aconteceu? O jovem atacante do Sport entrou, sofreu o pênalti que originou o segundo gol e presenteou a todos com um golaço fechando a porteira do time mineiro.
Agora é o novo xodó da ilha! Quem disse que Santo de casa não faz milagres? Isso devido ao cabeça dura de Nelsinho…
Vamos enfrentar o Galo mineiro na próxima rodada e o mais importante: sem o Gallo que é a pedra no nosso sapato pra atrapalhar. Outro time de Minas Gerais pela frente e outro time que está na zona de rebaixamento.
Não restam dúvidas que vão vir com tudo pra cima do Sport e já está na hora de acabarmos com a máxima de ‘ressuscitarmos os mortos’. Hora de ratificar a boa fase e garantir mais uma vitória fora de casa.
Bem que galo a mineira podia ser o prato do domingo. Só espero que ele não cause indigestão.
Enfim a tão almejada vitória fora do Recife foi alcançada e justamente contra um adversário que estava reagindo muito bem no campeonato. Vencer o Goiás-GO no Serra Dourada serviu pra mostrar que o Sport também encontrou o caminho da reabilitação dentro do Brasileirão/08 e esperamos que esta recuperação seja ratificada nas próximas rodadas.
Temi pelo Sport quando vi o seu meio de campo ser composto por Júnior Maranhão, Everton e Moacir. Mas depois tive que calar a boca quando percebi que, apesar de tudo, eles estavam jogando bem.
A surpresa ficou por conta de Moacir, o garoto demonstrou que tem personalidade e desempenhou um papel e tanto na meia cancha, deixando nas entrelinhas que caso Daniel Paulista seja realmente negociado será o substituto imediato do volante.
Luisinho Netto tem entrado bem nos últimos jogos e a jogada forte do Leão da Ilha voltou a aparecer na partida contra o Goiás-GO. Bola alçada na área e o artilheiro Durval cabeceando pra dentro do gol.
Magrão mostrou mais uma vez que é um dos principais responsáveis pelo sucesso da equipe. Com defesas importantes vai fazendo com que o Sport avance na tabela.
Destaque para a zaga rubro negra que além de impedir os gols dos adversários ainda tem que marcar pra garantir a rapadura pro nosso lado.
Alguém tem que resolver e já que os nossos atacantes estão nesse jejum de gols, fica a cargo de Durval e CIA. Pode deixar que eles resolvem. É como diz o ditado: quem não tem cão, caça com gato!
Visitando o site do jornal Gazeta do Povo, de Curitiba/PR, deparei-me com uma charge que ilustra bem um comenário feito por mim ontem. Pelo visto os paranaenses ficaram com a mesma imprensão que eu…
Quando o juiz apitou o final da partida ficou aquele gostinho de que poderia ter sido mais. O Sport jogou uma boa partida envolvendo o time do Atlético-PR e o placar de 1×0 foi muito pouco pelo o que apresentou o Leão da Ilha do Retiro. Procurou o gol adversário desde os primeiros minutos e o golaço de Luciano Henrique premiou a melhor equipe em campo.
O goleiro do furacão paranaense, que tem nome de chocolate, Galatto, estava em noite inspirada e impediu um verdadeiro ‘chocolate’ do Sport pra cima do seu time.
O rubro-negro (?) paranaense veio com um estilo de jogo onde o empate seria um grande resultado. Falando em estilo, o que houve com as cores do Atlético-PR?
Um padrão meio que com tom rosado misturado com um vermelho e preto muito discreto. Será que o técnico do furacão, que só sopra forte em casa, sentiu saudades do seu time anterior e decidiu adotar as novas cores pra não se sentir tão ‘aflitos’?
O engraçado nisso tudo é ouvirmos ao final do jogo jogadores paranaenses afirmar que o resultado mais justo seria o empate. O empate? Por causa de uma única bola que jogaram na trave?
Se houvesse justiça o Sport teria goleado o Atlético-PR, aí sim seria o resultado mais justo. Como diria uma banda mineira: bola na trave não altera o placar!
A máxima permaneceu e o rubro-negro pernambucano não perde na Ilha para o rubro-negro (?) paranaense em campeonatos brasileiros. Será que outra máxima será mantida e o Sport demitirá outro técnico alvirrubro? Ops! Desculpem-me! Acabei me confundindo de novo. Também pudera, com aquele padrão meio cor de rosa…
Por vários motivos, eu estava tranquilo quanto a mais uma vitória leonina sobre o Atlético/PR, na Ilha do Retiro. Mas que os paranaenses colaboraram, isto é inegável!
Se já não bastasse ter Roberto Fernandes no comando técnico, entrar em campo vestindo vermelho e branco foi o mesmo que pedir para apanhar. Que combinação perfeita: Roberto Fernandes, uniforme vermelho e branco e o Sport como adversário. É mole ou quer mais?
Alguém em sã consciência teria qualquer dúvida sobre o resultado disto? Eu não, nunca!