Alguns resultados enfim começam a aparecer. O bom futebol aos poucos vai ressurgindo, mas nada que possamos dizer: Estamos prontos! Pra falar – ou escrever – a verdade, ainda falta muito pra considerarmos O Sport um time competitivo pra uma série B, por exemplo.
Entre trancos e barrancos vamos seguindo, com algumas incógnitas referentes a contratações e outras certezas no tocante a alguns jogadores que aqui já estão. Eduardo Ramos está mostrando que é o cara do Sport até o presente momento.
Júlio César também é o cara! O cara que tem que sair do time, pois Eduardo Ratinho mostrou – mesmo sem ritmo de jogo – que o queijo – ou a lateral direita – é dele! Pelo menos até a próxima contusão…
Tobi mostrou que pra um grande volante ele é um excelente zagueiro, Daniel Paulista vai voltando a ser aquele jogador diferenciado, Ciro parece que encontrou de vez o caminho dos gols e aderiu à campanha: Toca a bola Ciro! Dutra ainda é o dono do lado esquerdo, e a nossa zaga, bem… A nossa zaga… Nunca pensei que escreveria isso, mas… Volta César Lucena! Aguentar um Dirley realmente não dá!
Agora é aguardar pra ver se o Leandrão e o Odair José vão realmente ‘engrenar’ nesse time ou se vão apenas figurar no elenco como coadjuvantes, pois até nome de cantor um deles tem. O negócio é não desafinar!
Principalmente no toque de bola.
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Ao contrário do que ocorreu na estreia do Estadual, desta vez o Bode não conseguiu complicar a vida do Leão.
Depois de ver o pior Clássico dos Clássicos de toda a minha vida, comecei a meditar sobre a atual situação do Sport Club do Recife.
Estreamos na Copa do Brasil, com uma vitória fora de casa e na última vez em que participamos, fomos campões. Infelizmente, um abismo gigantesco separamos dois times.
O do passado e o de agora.
A conquista desta competição foi recheada de desafios, e que para muitos foi uma das mais difíceis até então disputadas.
Campeonatos a nível nacional e a minha verdadeira preocupação, justamente por nossa falta de qualidade demonstrada nos últimos jogos.
Muito disso que está acontecendo, tirando os erros internos, é o atual campeonato pernambucano.
Mas o que esperar de um campeonato onde a sua Federação de forma inescrupulosa e covarde afirma categoricamente que faz seu regulamento para beneficiar os mais fracos em vez de nivelar por cima.
A justificativa maior de uma federação existir é que por meio dela se possa representar e defender os interesses de seus afiliados. Aqui isso não ocorre. O que vemos é uma absurda manipulação de tabela para beneficiar o time apadrinhado do governo do Estado e que tem em sua presidência a figura de um forte secretário, que usa o lobby governamental para beneficiar seu clube.
Isso é fato, está aí para todo mundo ver.
E a FPF ainda tem o agravante de por em campo um árbitros que não apitariam sequer um jogo de botão em minha rua, tamanha a falta de competência em todos os aspectos, tanto tático quanto técnico.
Mas tirando as “forças ocultas”, vou confessar que a essa altura eu esperava mais do Sport, principalmente uma coisa chamada ousadia. Atitude que infelizmente vem sendo preterida pelo treinador Givanildo Oliveira.
Quando questionado sobre isso, Givanildo pegou um ar danado, mais parecia que estava participando de uma pegadinha do Mução. Senti o ventinho dele pelas caixas de som do carro.
- Vixe! O homi arretou-se, pensei na hora.
A questão é que até o próprio treinador esperava mais do time, e pelo que tem em mãos não está conseguindo implantar a sua filosofia. Fora a teimosia de manter um esquema que absolutamente não funciona.
Uma coisa é ganharmos o jogos, empatarmos outros e até estão estarmos invictos, pois o ataque vem funcionando, mas a defesa é uma pandemônio incrível. Montoya não sabe jogar na esquerda, já falou isso mais de uma vez, pois tem limitação técnicas nesse setor. E enquanto isso nada muda e o danado do 3 x 5 x 2 continua sendo o preferido de Giva.
Na minha última postagem fiz uma alusão ao zagueiro Dirley. Queria vê-lo jogar, para então assim poder falar alguma coisa, não gosto de ser injusto, então preferi ser prudente.
Agora sim, me sinto absolutamente apto para falar.
O jogador é bisonho demais, falhou nos dois gols, mas tenho uma característica pessoal, que é ser otimista e positivo, então torço para que um milagre aconteça e tenhamos ao menos mais um zagueiro ruim em nosso plantel, pois nem isso ele conseguiu ser.
Precisamos de reforços, mas falam de falta de dinheiro, concordo, mas aí também me pergunto. Porque não os zagueiros da base? Não podem jamais ser pior? Porque não dar outra chace a Kássio na meia, em vez de emprestá-lo? e outros pratas de casa que estão enconstados.
Mas o inegável é que precisamos de contratações com mais um pouco de qualidade, até com urgência, mas a diretoria prefere levar a torcida ao som do “embromation”.
Só assim veremos que caminho vamos seguir.
Luta pelo bicampeonato começou com uma boa vitória do rubronegro!
Esbugalhei meus olhos ao ver a última partida do Leão. Ao contrário do que previa, assisti um jogo para enterrar minha fé cega no time da Ilha. O Sport jogou o clássico com disposição desorganizada e qualidade nula. Vários momentos da partida me fizeram fechar os olhos e rezar, afinal, a série B está bem próxima. Sem reforços de verdade, o Sport vai enterrar seu favoritismo na “segunda divisão” e ver a sonhada série A como uma árdua promessa.
O Rubronegro vem em declínio no Pernambucano. Apesar de invicto, não é menina dos olhos dos torcedores. Não vejo culpa no treinador, não vejo a culpa dos atletas, mas a culpa é sem dúvida do planejamento do Clube. Refletindo seriamente após a partida, mudo minha opinião demasiadamente otimista que tinha até então e agora sou um dos que dizem: “Abre o olho Sport!”.
Terceiro empate seguido do Sport, todos eles com time bem inferiores ao nosso. Mas para o técnico Givanildo Oliveira, está tudo bem…