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O debate eleitoral promete

Deixando de lado o jejum de vitórias e entrando, infelizmente, na política, hoje saiu uma entrevista de Luciano Bivar em um jornal de Pernambuco onde ele fala sobre as eleições do Sport. Percebi que ainda existe uma possibilidade de se compor uma chama que tenha consenso para as eleições. O que mais me chamou a atenção foi a união entre o grupo de Wanderson Lacerda e o de Luciano Bivar, onde Homero está inserido.

Desde que houve o bate chapa entre eles, havia um certo acirramento político entre as correntes. Agora, ao que parece, isso está sendo superado. Até aí ótimo! Mas será que tal esforço não vale também para que o Leão tenha um nome único em dezembro? Sei que Milton tem evitado falar, acha que não é o momento de intensificar o debate, mas as coisas estão tomando forma muito rapidamente, ao ponto de Luciano Bivar dizer que já tinha até técnico contactado, mas como a diretoria foi hábil com a renovação de Nelsinho e o nome do atual técnico também agrada a chapa que está sendo crianda, com figuras de peso, como o próprio Homero, para a presidência executiva, e tendo também Severino Otávio, o Branquinho, ocupando outro cargo que ainda não foi exposto qual, e Wanderson Lacerda na presidência do Conselho Deliberativo, este ponto não é problema.

É inegável dizer que é uma chapa fortíssima. Com a aproximação do pleito, Milton Bivar deve logo se manifestar e lançar seus nomes ou tentar costurar uma união que ao que parece está distante, mas não impossível. Lembro novamente que em minha opinião, um bate chapa não é benéfico para o clube, alguns questionam e já fui chamado até de ignorante devido a meu posicionamento, mas os fatos estão aí, e não me deixam mentir quanto a isso.  Não acho que a união de corretes com relevantes serviços prestados ao clube pode ser pior do que um pleito entre duas corretes ou mais.

Bom, agora é esperar que as lideranças do clube se entendam para que o Sport saia ainda mais forte das eleições. O ano de 2009 promete muitas emoções ao torcedor e a oportunidade ímpar do Sport fazer um grande papel nas competições que vai participar e, assim, ganhar mídia e receita para investimentos futuros tanto no futebol, que é o carro chefe, quanto no aumento de patrimônio do clube.

Ainda sem vencer… Até quando?

O Sport decidiu prestar a sua homenagem ao dia de finados e ressuscitou o Atlético-PR que figurava na zona de rebaixamento. “O Ressuscitador dos mortos!”. Acho que já vi esse filme antes, e por pouco o final não foi desastroso. Um verdadeiro filme de terror… A velha história se repete.

Estamos seguindo firme e forte rumo à décima! Não a décima colocação e sim a décima partida sem conseguir vencer dentro do Campeonato Brasileiro. Faltam apenas duas partidas pra atingirmos esse recorde negativo. Vamos lá Leão! Falta pouco! – comentário irônico.

Pra quem acredita em coisas do outro mundo, o gol marcado pelo atacante atleticano lembrou os famosos gols ‘espíritas’. Cabeçada despretensiosa e a bola entra no ângulo do goleiro Magrão sem qualquer chance de defesa para o arqueiro rubro negro. Isso nunca acontece pra gente, já contra o Sport…

Apesar do grande jejum de vitórias, o Sport ainda ocupa a 11ª colocação na classificação, o problema é que os adversários que estavam atrás encostaram perigosamente. Hora de acordar, pois a gordura acumulada está chegando ao fim.

Se não tivéssemos feito uma boa campanha no meio do campeonato a essa altura poderíamos figurar na zona de rebaixamento. E ainda dizem que gordura faz mal…

Ôxe, quero que o rato me dê um coice!

O Sport cair?! Mai minino, se liga doido! Sei que a situação é preocupante, mas cair a gente não cai. Aí me lembro das Toyotas que tanto viajei no interior, eis a frase clássica: NOIS CAPOTA MAIS NUM BRECA (nem pense em corrigir, a grafia é esta mesmo!).

Oito (o quê?! Oito?! Vixe!) jogos sem ver a cor da vitória. Isso eu nunca vi nas minhas três décadas de torcedor do Leão. Aí buscamos explicação para o fato: Falta de objetivo; Marasmo; Maresia; Inércia; Bichos atrasados; já estamos na Libertadores e outras cossitas más… Isso realmente está deixando a nação indignada, ainda mais quando não ouvimos uma explicação lógica, nem por parte dos jogadores, nem por parte do treinador, muito menos pela diretoria.

Não ganhamos na Ilha, perdemos fora e ainda descubriram nosso ponto fraco: Os últimos instantes do jogo: “Ei boy, depois dos quarenta aperta que eles abrem!” Eita, situação pai d’égua! O danado é que nem podemos afirmar que é acomodação do time, visto que atacamos, apertamos, pressionamos e a bexiga lixa não entra. Ou então eles são ótimos atores também.

Técnicas de arte cênica à parte, é vero que parece que eles não querem nada com nada e o fantasma do rebaixamento ameaça aparecer (sai pra lá peba, chama mãe Lalinha, saravá!) deixando todos nós numa tensão pré-Papai Noel “miseravi”. Ainda por cima, aparecem os sopradores de trombetas, fazendo uso da situação pra agitar o processo eleitoral do clube que se aproxima. Sabendo todos do belo trabalho feito por Miltovski, estes não perdem a oportunidade de agitar este delicado momento do Leão. É lamentável ver pessoas torcendo pelo fracasso do time, pra tirar proveito em prol das suas vaidades e interesses dentro do clube. Miltovski é o cara, Homero também é o cara, mas no  momento o cara é Miltovski (se é que você me entende).

Cangaceiros, digo, rubro-negros: Vamos pra Ilha! Sei que a desconfiança é grande, mas temos que fazer nosso papel. Não somos atores, somos torcedores e devemos carimbar esta patente, comparecendo à Ilha neste Domingo. O Goiás vem mordendo e de cá o Leão deve dar sua “botada”. Devemos comparecer aos treinos, dar apoio, fazer nossa parte. Pra mudar uma situação, reverter um quadro, é preciso primeiramente amor à causa e tomar iniciativa. E como diria minha vovó Maria lá nas “brenha”: “Avia macho, avia”.

Um apito divisor de águas

Realmente galera ontem foi frustrante. Tem horas que a gente acompanha um jogo pela TV ou no estádio e sai com a sensação de ter tomado água sanitária. O cara fica chateado da vida. Foi assim como me senti ontem. Vendo o fraquíssimo time do Atlético Paranaense com Geninho no seu velho 3:5:2, errando passes adoidado e dando furadas hilariantes, vencer o Sport nos acréscimos.

Nada  deu certo e também não vem dando há 8 jogos. Isso está parecendo até 8 anos e logo agora que o campeonato chega na reta final. É importantíssimo acabarmos bem a competição. É moral alto pra o grupo (ou quem ficar) e entrar em 2009 comendo a bola, com vontade de fazer um belo papel na Libertadores e também conquistando o tetra pernambucano. Está na hora agora da diretoria chegar junto (e muito junto) e definir o que realmente que o Sport quer do Brasileirão. Ficar no limiar dos rebaixados, até porque nós não caímos mais, pois era preciso uma tragédia apocalíptica pra isso acontecer ou se vamos realmente tentar acabar o campeonato pelo menos entre os 8 melhores.

Menos que isso é uma frustração sem tamanho com um time que ganhou o estadual e como conquistou uma das mais difíceis Copa do Brasil. Domingo tem de ser de vitória, não tem mais espaço pra declarações do tipo: “É, estamos trabalhando muito e as coisas não estão dando certo”.

Como falei acima mesmo que as coisas não dêem certo, temos de fazer dar. Na raça, na garra e na goela da torcida. O tempo do “Sobrenatural de Almeida”, como chamava Nelson Rodrigues quando não se tinham justificativas para que um determinado lance não se concretizasse, atribuindo isso as forças do inimaginável. Isso agora acabou. E espero de coração que seja domingo contra o Goiás. A paciência da torcida está no limite e está esperando apenas o apito final do próximo jogo.

Rubro-negro arretado na área!

Cheguei! Não sei se chego no “sapatinho”, como diz o maluco Marcelo D2 ou já dou o ar da graça feito bacamarteiro (alô Caruaru, aquele abraço)… Bum! Bum! Bum!

Semana passada ganhei o cartão verde da galera daqui pra começar a escrever Meus papiros neste MeuSport. Mas, deixei passar o fim de semana, pois tínhamos o jogo contra o tal “Furacão” e era necessário observar a boiada, comer a rapadura e ficar “peixe”…

Agradeço de coração a oportunidade, deixando meu abraço a Dr. Antunes (minha autarquia) e todos que fazem este site. Ôxe, e tu pensa que num vô falá do Sport não é? Mai minino, tu num sabe! Deixa eu preparar o jegue, vestir meu gibão e carregar meu bacamarte, tu vai ver visse? Como diria aquele locutor da tv:”Tirem as crianças da sala!”

Eu volto já, e já venho virado no dim-dim, vou alí na Ilha, ter uma prosa com Seu Nérson, te aperrêia não ômi…!

Sete dias, sete noites

Dizem que sete é número de mentiroso, mas que o Sport não vem apresentando aquele futebol vistoso da Copa do Brasil, isso não é mentira (mentira tem sete letras). O sete é um número cabalístico, porque sete são as nações, sete foram os dias que Deus precisou pra criar o mundo… E sete também é a quantidade de partidas que o Sport não vence. Isso é verdade (verdade tem sete letras).

Tenho saudade de escutar a sirene tocando ao final da partida anunciando mais uma vitória do Leão. Onde está a velha sirene que ressoava por todo o bairro da Ilha do Retiro?

Os saudosos aplausos agora foram substituídos pelas constantes vaias ao final dos jogos. Vem sendo assim exatamente há sete partidas. Um cálculo rápido: se tivesse vencido os últimos jogos que empatou em casa, hoje estaríamos ocupando a sétima colocação. O sete mais uma vez no caminho…

Até que os jogadores se esforçaram na partida contra o Santos-SP, mas esforço só não é suficiente. O que precisamos é de bola na rede! E sem levar nenhum gol, é claro. O time com três volantes, apesar do jogo fraco tecnicamente, estava mais fácil pro Sport. Mas a torcida queria mais! Queria ver a bola chegando mais fácil na frente.

A torcida pediu e Nelsinho atendeu colocando Kássio no lugar de Fábio Gomes, que usava a camisa sete, só que o jovem meio campista do Sport ficou abaixo da média, que é sete, e não correspondeu a altura.

Está mais do que na hora de voltarmos a vencer, essa história de jejum não é bem a nossa cara. Nunca vi um Leão ficar tanto tempo sem ‘comer’. Hora de pintarmos o sete pra cima do Atlético-PR e esperarmos o Góias-GO na próxima semana, depois de sete dias, pra conseguirmos outra vitória. Sete dias, sete noites.

Eleições: Concordo com Milton, ainda não é hora

Concordo com nosso presidente Milton Caldas Bivar, ainda não é hora para deflagrar o processo sucessório na Ilha do Retiro. Porém, não posso me abster de fazer ao menos um comentário sobre o possível bate chapa das eleições rubro-negras.

Acho que o momento não é pra isso, O Sport passa pelo seu melhor momento dentro e fora de campo dos últimos vinte anos, e a fórmula vem dando certo, então não é motivo pra mudanças. Pelo menos ainda não.

Chega de barulho! Time que se ganha não se mexe! Faremos a nossa campanha pra diretoria atual se manter no cargo! Se for preciso vamos bater lata também! Lata? Pensando bem, acho melhor deixar essa história de ‘latinha’ pra lá, vai que Seneme decide aparecer na Ilha por esses dias…

‘Eu quero uma latinha transbordando você…’

A intenção do Sr. Seneme de prejudicar o Sport estava evidente. Além de sair de campo ao final do jogo entre Sport e Vasco-RJ ironizando acenando para a torcida, ainda tentou inventar uma história de uma lata atirada no campo de jogo. Uma lata que somente ele, exclusivamente ele, inexplicavelmente ele, viu… A latinha do além!

Ah! Lembrei-me também do pênalti escandaloso de Odivan em cima de Ciro no jogo contra os cariocas que ele não deu. Todo mundo viu, mas ele, somente ele, exclusivamente ele, inexplicavelmente ele, não viu… Viu o que ninguém viu e não viu o que todo mundo viu. Precisa de um oftalmologista urgente!

Confesso que temi e muito pelo resultado do julgamento da bendita latinha. Achava que perderíamos o mando de campo, não porque não confiava em nossos advogados, e sim porque não confiava na justiça desportiva. Enganei-me. Ainda bem!

A absolvição do Sport foi unânime. Dizem que toda unanimidade é burra, mas nesse caso foi muito inteligente.

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