Ao som do embromation
Depois de ver o pior Clássico dos Clássicos de toda a minha vida, comecei a meditar sobre a atual situação do Sport Club do Recife.
Estreamos na Copa do Brasil, com uma vitória fora de casa e na última vez em que participamos, fomos campões. Infelizmente, um abismo gigantesco separamos dois times.
O do passado e o de agora.
A conquista desta competição foi recheada de desafios, e que para muitos foi uma das mais difíceis até então disputadas.
Campeonatos a nível nacional e a minha verdadeira preocupação, justamente por nossa falta de qualidade demonstrada nos últimos jogos.
Muito disso que está acontecendo, tirando os erros internos, é o atual campeonato pernambucano.
Mas o que esperar de um campeonato onde a sua Federação de forma inescrupulosa e covarde afirma categoricamente que faz seu regulamento para beneficiar os mais fracos em vez de nivelar por cima.
A justificativa maior de uma federação existir é que por meio dela se possa representar e defender os interesses de seus afiliados. Aqui isso não ocorre. O que vemos é uma absurda manipulação de tabela para beneficiar o time apadrinhado do governo do Estado e que tem em sua presidência a figura de um forte secretário, que usa o lobby governamental para beneficiar seu clube.
Isso é fato, está aí para todo mundo ver.
E a FPF ainda tem o agravante de por em campo um árbitros que não apitariam sequer um jogo de botão em minha rua, tamanha a falta de competência em todos os aspectos, tanto tático quanto técnico.
Mas tirando as “forças ocultas”, vou confessar que a essa altura eu esperava mais do Sport, principalmente uma coisa chamada ousadia. Atitude que infelizmente vem sendo preterida pelo treinador Givanildo Oliveira.
Quando questionado sobre isso, Givanildo pegou um ar danado, mais parecia que estava participando de uma pegadinha do Mução. Senti o ventinho dele pelas caixas de som do carro.
- Vixe! O homi arretou-se, pensei na hora.
A questão é que até o próprio treinador esperava mais do time, e pelo que tem em mãos não está conseguindo implantar a sua filosofia. Fora a teimosia de manter um esquema que absolutamente não funciona.
Uma coisa é ganharmos o jogos, empatarmos outros e até estão estarmos invictos, pois o ataque vem funcionando, mas a defesa é uma pandemônio incrível. Montoya não sabe jogar na esquerda, já falou isso mais de uma vez, pois tem limitação técnicas nesse setor. E enquanto isso nada muda e o danado do 3 x 5 x 2 continua sendo o preferido de Giva.
Na minha última postagem fiz uma alusão ao zagueiro Dirley. Queria vê-lo jogar, para então assim poder falar alguma coisa, não gosto de ser injusto, então preferi ser prudente.
Agora sim, me sinto absolutamente apto para falar.
O jogador é bisonho demais, falhou nos dois gols, mas tenho uma característica pessoal, que é ser otimista e positivo, então torço para que um milagre aconteça e tenhamos ao menos mais um zagueiro ruim em nosso plantel, pois nem isso ele conseguiu ser.
Precisamos de reforços, mas falam de falta de dinheiro, concordo, mas aí também me pergunto. Porque não os zagueiros da base? Não podem jamais ser pior? Porque não dar outra chace a Kássio na meia, em vez de emprestá-lo? e outros pratas de casa que estão enconstados.
Mas o inegável é que precisamos de contratações com mais um pouco de qualidade, até com urgência, mas a diretoria prefere levar a torcida ao som do “embromation”.
Só assim veremos que caminho vamos seguir.


Sinceramente pessoal eu não entendi. Falo para alguns, talvez muitos até pelo que tenho visto, mas não deveríamos julgar ninguém sem ver jogar. É isso que vi depois que o Sport contratou o zagueiro Dirley.
No aniversário da minhoca colorida, uma lapada seca e impiedosa, estou feliz da vida.
Depois das fogueiras do agreste e do sertão, fica caracterizado que o Leão ainda tem muito que evoluir na atual competição, mesmo assim fica latente que a falta de condicionamento físico está influenciando o desempenho dos jogadores, fora isso não sei se o esquema com apenas um volante nato é o ideal.
Eu ia começar falando do da confusão das bilheterias na Ilha, mas Walleys Santos já tratou do assunto com a competência que lhe é peculiar, no excelente texto “
O velho Giva já montou um esboço do time, e ao meu ver, acertadamente. Lógico que na teoria é uma coisa, pois em muitas vezes a prática se mostra diferente, espero que no nosso caso as duas coisas andem juntas.
É inegável dizer que Carlinhos Bala seria um jogador útil ao Sport, eu mesmo torcia pela sua contratação, uma outra parte da torcida o acha desagregador, mas pelo que deu pra perceber o atleta simplesmente quis receber os atrasados do time rosado. Até ligar para o Sport ele ligou se oferecendo.