O susto foi grande, porém, a torcida não precisa se preocupar com absolutamente nada. O departamento de engenharia do Sport Club do Recife, que já havia garantido a total segurança do estádio e explicado que o ocorrido ontem tratou-se de um fenômeno natural, foi buscar uma das maiores autoridades do país em cálculo estrutural para analisar a área afetada e dar seu parecer.
E o professor Cláudio Mota foi categórico: “Tudo funcionou exatamente como deve ser. O torcedor pode ficar tranquilo, pois não não há risco algum. A estrutura da Ilha do Retiro é totalmente segura.”
Abaixo está a foto da famosa junta de dilatação, a verdadeira ‘estrela’ de todo este episódio:
Olhaí pessoal, nunca foi tão fácil ganhar um jantar japonês! Basta apostar no bolão da partida entre Sport x Atlético/MG, atualizar seus dados cadastrais e torcer para o Leão vencer e, obviamente, você acertar o placar do jogo.
O resultado da promoção será divulgado na segunda-feira (24) pela manhã, no meuSport.com!
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Como já postei aqui várias vezes, sou radicalmente contra o “bate chapa” na próxima eleição do Sport, mas ao que parece tem um lado das possíveis chapas que pelas ações que vem tomando quer que isso aconteça de todo jeito. O torcedor do Sport está careca de saber que a aquisição do CT do Leão teve de ser feita com algumas particularidades. Em reunião do Conselho Deliberativo foi autorizado à compra e a mesma registrada em cartório e isso tudo já vou divulgado e documentado. Porque simplesmente não foi feito uma simples consulta ao referido cartório para se ver como estava registrada a compra?
O texto escrito por Marcelo Cavalcanti, do Blog do Torcedor, enfatiza outras posições com muita propriedade. É preciso que esse embate se realmente vier a ser feito infelizmente, que seja de idéias e de propostas para que não se torne um debate burro, com ações que tornem o pleito mais complicado do que já está sendo. O que poderia ocorrer? Achar que a compra do CT iria beneficiar o patrimônio de alguém? Juro que não entendi o motivo de tal desconfiança ao ponto de se pedir isso judicialmente. E olhem que ainda ninguém se definiu por nada. É uma pena.
Acho que isso não é serviço prestado ao Sport, pois se cria um clima insustentável entre as partes, levando ao acirramento de ânimos e aí amigos fatalmente descamba para farpas de ambos os lados. O que fica na mente de quem vê a briga de fora como simples torcedores como a gente, é a sensação de que a vaidade e a intolerância já figuram no time titular de uma eleição onde a medição de forças das duas correntes jamais deveria acontecer.
Fugir das conversas sobre as eleições do Sport Club do Recife tornou-se uma tarefa praticamente impossível. Dependendo do nível do debate e das pessoas nele envolvidas, até consigo me esquivar, porém, na maior parte das vezes, a participação é quase que inevitável.
E nestas conversas, em especial naquelas que abordam mais uma infeliz e inexplicável ação do grupo de oposição à atual gestão, percebi que algumas pessoas estão confundindo os Carlos Fredericos. Pois é, existem dois, um de cada lado.
Um é Carlos Frederico Fernandes de Melo, vice-presidente de marketing do clube leonino, e que nos últimos dois anos, ao lado do presidente Milton Bivar, fez um belíssimo trabalho. O outro é Carlos Frederico de Albuquerque Vital, advogado, com passagens pela diretoria jurídica do clube rubro-negro e membro de uma importante firma de advocacia do Recife.
Por isso, saibam que não se trata da mesma pessoa, apenas os dois primeiros nomes são iguais. Só!
Segue excelente texto publicado pelo jornalista Marcelo Cavalcante, do nosso parceiro Blog do Torcedor.
Qual o sentido da oposição no Sport?
Desde que surgiu a notícia que a oposição acionou a justiça para pedir ao presidente do Sport, Milton Bivar, esclarecimentos sobre a compra do Centro de Treinamento, fiquei pensando:
Qual o objetivo dos opositores ao tomar tal atitude?
Sim, porque, ao que me consta, o presidente Milton Bivar comprou o Centro de Treinamento com a aprovação do conselho deliberativo do clube.
A compra foi através da Associação Amigos do Sport, que foi criada na gestão de Luciano Bivar e que contava com a participação de alguns opositores do momento.
A idéia de criar essa associação serviu para que o clube pudesse evitar que antigos credores, como os treinadores Celso Roth e Emerson Leão, só para citar apenas dois exemplos, conseguissem abocanhar parte dos R$ 2 milhões referente da negociação do volante Daniel Paulista ao futebol romeno e que serviram para a aquisição do CT. É bom lembrar que também foi através da Associação que o Leão conseguiu ampliar o seu estádio. Algo ilícito? Não. Corriqueiro no futebol.
Toda essa história já foi explicada. E ao que parece, muita gente não deu ouvido. Aliás, surgir um grupo de oposição tão ofensivo neste momento na Ilha do Retiro parece algo sem sentido algum.
Sim, porque é normal aparecer descontentes quando um clube vive uma crise administrativa de zerar os cofres. Ou se, dentro de campo, a equipe está rebaixada de divisão do Campeonato Brasileiro. Nesses casos, surgem críticas de tudo quanto é lado, candidatos a presidente e idéias de uma nova gestão.
Mas não é o que acontece com o Sport nesta temporada.
É bom deixar claro que não sou contra a existência de uma oposição no clube. Acho até salutar, pois oxigena as idéias. No entanto, é preciso que se apresente um projeto e, principalmente, um candidato. Criticar por criticar é como falar para o vento.
Quem viu um Leão solto no campeonato pernambucano atropelar os adversários;
Quem viu o Sport ser campeão com duas rodadas de antecedência (E sobrando!);
Quem viu uma Copa do Brasil inesquecível;
Quem viu uma goleada incontestável diante do todo poderoso Palmeiras;
Quem viu aquele golaço de Durval onde Clémer até hoje procura a sombra da bola e com um jogador a menos;
Quem viu a vibração de Daniel Paulista no jogo contra o Vasco quando marcou o segundo gol emocionando toda nação rubro negra;
Quem viu um Leão macho entrar em São Januário diante de uma pressão imposta pelo que há de mais nebuloso no futebol brasileiro e mesmo jogando mal, mas com amor a camisa sair finalista da Copa do Brasil no peito e na raça;
Quem viu Enilton fazer um gol no finalzinho da partida profetizando assim como falou Carlinho Bala, o gol do título, e mesmo perdendo a partida calando o Morumbi lotado;
Quem viu a final da Copa do Brasil em uma Ilha do Retiro mágica, elétrica. Onde se via a harmonia perfeita entre um clube de futebol e sua torcida. Uma cumplicidade de dar inveja a qualquer equipe do Brasil;
Quem viu o carrinho de Enilton incendiar a torcida;
Quem viu o gol de Bala;
Quem viu o corta luz de Enilton no gol de Luciano Henrique;
Quem viu Magrão de atirar nos pés de Acosta e evitar o gol Corinthiano;
Quem viu uma equipe com “sangue no olho” levantar um título inédito para sua galeria atropelando o “lobby” sulista que insistia que o título ficasse no sudeste, mas ficou pela primeira vez no nordeste;
Quem viu a frase “O Sport está de ressaca do título”;
Quem viu novamente a frase “O Sport ainda está de ressaca do título”;
Quem viu o Sport perder do São Paulo, Flamengo, Atlético Paranense no final da partida;
Quem viu o Leão ficar 8 jogos sem vencer;
Quem viu nas entrevistas coletivas à frase: Nos estamos trabalhando e não estamos acomodados;
Quem viu Ipatinga 3 x 0 Sport não acreditou no que viu!
Existe uma grande diferença entre acomodação e falta de comprometimento. Honrar a camisa é simplesmente a única coisa que um torcedor do Leão pede aos atletas que tem a honra de vesti-la.
Será que não estão se dando conta que hoje a imagem do Sport é outra? Vão jogar isso fora? Toda luta conquistada? É assim que se quer acabar o ano? É esse o final honrado de campeonato brasileiro?
Não me venham com mais desculpas! Eu é que não queria ver um grupo de jogadores valentes que escreveram seus nomes na história do clube se transformar em um grupo medíocre e sem a menor inspiração e absolutamente incapaz de se motivar-se, ou seja, um grupo qualquer. Não é por ser o Ipatinga, mas pela forma que foi e quem vem sendo.
Pensei em postar isso logo após o jogo, mas estava de “cabeça quente”, então resolvi colocar dois dias depois e incrivelmente o sentimento é o mesmo. O Sport nunca me deixou triste, mas algumas pessoas que não o respeitam como estou vendo de um tempo para cá sim. Vamos ver realmente até onde vão querer chegar.
Perder para o Ipatinga-MG, lanterna do campeonato, equipe praticamente rebaixada à segunda divisão do Brasileirão, sem expressão alguma dentro do cenário futebolístico, é dose pra leão…
Fico me perguntando o que está acontecendo com o Sport. Alguém sabe onde está aquele time brioso que venceu a Copa do Brasil? Não é possível que com a saída de Romerito e Daniel Paulista o time desaprendeu a jogar.
Agora querem colocar a culpa no avião. Até o avião? Sem comentários… Um time que quer se firmar como um dos grandes no futebol brasileiro não pode perder para times como Ipatinga-MG na atual situação.
Não estou menosprezando os mineiros, mas é nítido que não possuem time pra vencer o Sport. Quer dizer, eu achava que não.
Será que foi o barulho ensurdecedor da torcida adversária? Os pouco mais de 1.400 torcedores atrapalharam a comunicação dos jogadores dentro de campo? Quando a televisão mostrou os gols, escutava-se perfeitamente o barulho das redes balançando a cada gol do time mineiro. Então não foi a torcida, a culpa foi do avião! Pronto! Descobrimos! Nelsinho dá próxima vez não escala ele não! Deixa o avião no banco!
Por isso que estamos a anos luz atrás de um São Paulo-SP, de um Cruzeiro-MG, de um Grêmio-RS, porque esses times não se acomodam nunca e por isso estão disputando as primeiras colocações. E com certeza já devem ter tido um ‘avião’ no meio do caminho.
O que dá a entender é que após a conquista da Copa do Brasil, os jogadores se acomodaram de um jeito do tipo: já fizemos demais… Faltou vontade, mas vergonha na cara não.
O jeito é acompanhar as meninas do futebol do Sport. Golearam mais uma vez e já passaram de fase. Salários baixos, uma verdadeira batalha pra conseguirem jogar e sem estrutura alguma.
Igualzinho ao masculino…