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Marçal Acessórios

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Arquivo de janeiro, 2008

Este é o Sport que a gente ama!!

De uma coisa nós , torcedores Leoninos, não podemos reclamar: falta de vontade e raça do time. Nosso elenco vem mostrando que não entrega os pontos antes do apito final. Se não vai na técnica, botam o coração para jogar.

E o jogador símbolo da perseverança é Romerito, o  “puxador” de valentia da equipe. O time do Sport está com a sua cara, passando por cima das críticas, dos comentários mal intencionados da imprensa, dos gramados ruins e dos adversários encardidos. Alias, e melhor dizendo, o Sport está voltando a ser aquele bom e velho Sport: o Leão do Norte, raçudo, destemido e feroz, característica que são nossas marcas registradas. É o Sport que emociona, é o Sport que a gente ama.

Vamos valorizar estes guerreiros! Exaltemos os que foram humilhados! Vejam o exemplo de Magrão e de Romerito, que antes eram questionados e hoje são quase unanimidade entre os torcedores. Precisamos ter paciência. Alguns chegaram a duvidar até de Carlinhos Bala, e ontem ele foi fundamental, matador. Daniel Paulista já exibe um melhor futebol e até Junior Maranhão fez uma boa partida. Vamos ser tenazes como os nossos atletas, acreditar sempre no melhor.

 Os erros fazem parte da vontade de acertar e caso eles venham a acontecer não vaiemos. Vamos apoiar incondicionalmente nossos jogadores para que na próxima jogada eles a executem com perfeição. Afinal de contas eles estão fazendo por merecer.

Parecia fácil…

O jogo contra o Central de Caruaru tecnicamente foi o mais difícil que o Sport encarou até o presente momento no atual campeonato pernambucano. O time caruaruense mostrou que tem uma equipe bem montada e que dará muito trabalho no decorrer do certame a todos os adversários que se colocarem em seu caminho.

Logo no início do jogo, o Sport parecia um ‘leão’ em busca do gol. Atacou de todas as maneiras o gol do goleiro Hudson que numa tarde inspirada, conseguiu evitar no mínimo dois gols feitos do time rubro negro.

O time da patativa do agreste percebeu que aquele tipo de música que o Sport estava fazendo ela  dançar, não era muito bem o seu ritmo. E como Caruaru é considerada a capital do forró, chamou o Sport pra dançar um arrasta-pé. E o time rubro-negro da Ilha do Retiro quase ‘dançou’, e por um momento na partida chegamos a temer pelo pior.

Então Nelsinho Batista teve a idéia e colocou Diogo pra ‘dançar’ também. O meia rubro-negro levou a sério a história do arrasta-pé e começou a lançar ‘balões’ para o céu. Nenhum na direção correta. E a torcida pegou no pé dizendo que ele era um mal dançarino.

O Sport decidiu entrar na dança no mesmo ritmo e usou um ás na manga. Dizem que Paulista não dança muito bem o forró, mas o nosso (Daniel) mostrou que dança muito bem. No minuto final, olhou de um lado e olhou de outro e quando todos pensavam que ele chamaria Carlinhos Bala pra dançar, mudou a faixa e escolheu Luisinho Netto que majestosamente escolheu Romerito pra dá um número final ao placar e acabar de vez com aquela música. 

Teremos um outro duelo com o Central na próxima quarta feira e o time centralino não mudou de par, ainda quer chamar o leão pra dançar. Mas dessa vez acho que estaremos preparados, como estamos em época de carnaval o Sport tem que entrar em ritmo de frevo e não ficar apenas num xote.

Vôlei Feminino fez história

O roteiro: um time de jovens atletas se reúne para disputar a Superliga Feminina de Vôlei, competição mais importante da modalidade. Nenhuma equipe do Nordeste havia participado da Superliga antes. O Sport/Maurício de Nassau nunca teve um time a sua altura na região, e conquistou uma merecida hegemonia nos torneios. Mas era hora de dar um gigantesco passo à frente: encarar a nata do vôlei nacional (o vôlei mais forte do mundo), enfrentando times com alto investimento e jogadoras da Seleção Brasileira.

E o Sport, tão acostumado a vencer, se viu perdendo partidas e mais partidas em sequência. A realidade começou a se tornar dura com as rubro-negras. As críticas vieram, sem ter piedade das meninas que já haviam superado tantos limites e já faziam história só por chegar ao torneio. Mas o esporte de alto rendimento é assim, não existe piedade, não existe análise de contexto. Existem vitórias e derrotas.

Ontem, em mais um jogo pela Superliga, o Sport enfrentou o Brasil/Telecom, segundo melhor time do torneio até então. Time da ponta Érika, da Seleção Brasileira. Não iria ser contra um time deste nível que as leoninas iriam conseguir sua primeira vitória…

Quem disse?

Vamos continuar falando de chances. A expressão “medalha” é utilizada no vôlei para dizer que um defensora foi atingida no peito pela atacante. Em 90% dos casos é bola no chão. É o momento de triunfo, de humilhação, de sobrepuja sobre o adversário. No terceiro set do jogo de ontem, a líbero Flavinha recebeu duas medalhas no mesmo ponto. E contrariando as possibilidades, ela manteve a bola em jogo nas duas vezes e o Sport venceu o ponto. A partir daquele momento ela não errou mais.

As jogadas de Flavinha podem ser comparadas a todo o campeonato da equipe. No torneio, o Sport desabou sempre que levou uma pancada. Naquele momento Flavinha “disse” ao time: A gente pode levar pancada, mas vamos continuar colocando a bola em jogo, sempre.

O que se viu dali em diante foi uma reviravolta digna de filmes hollywodianos. Os jornalistas, a torcida, todos já esperavam por mais uma derrota. Eles não acreditavam no que estavam vendo. Mas as jogadoras começaram a acreditar e de repente os limites se expandiram.

As humilhadas seriam exaltadas. Cada ataque do Leão era um misto de fúria e alegria. A cada bloqueio, o olhares das jogadoras se cruzavam, elas sabiam o que estava acontecendo. De relance, vislumbraram o futuro. A vitória.

Mas havia um último desafio: o tie-break. O Brasil/Telecom voltou a ficar na frente do placar, depois de dois sets correndo atrás do Sport. Matchpoint para as catarinenses. Ninguém vai saber ao certo o que se passou na cabeça das jogadoras. Podem ter sido mil pensamentos diferentes, mas o que prevaleceu foi a “frase” de Flavinha. A bola não ia cair mais.

O Sport conseguiu virar. Para terminar uma amostra de talento e improvisação. O passe veio quebrado e parecia que o Sport apenas passaria a bola para a quadra do adversário, mas a oposto Tita achou um buraco no meio da atordoada defesa do Brasil/Telecom, que sem entender de onde vinha toda aquela mistura de ímpeto e sutileza, assistiu a bola tocar no solo.

A partir dali os profissionais que trabalhavam na partida não eram mais profissionais, eram torcedores. E os torcedores eu não sei mais o que eram.

Não era uma final de campeonato. Mas foi um momento surreal na vida de quem assistia e de quem jogava. As almas das jogadoras se encaixaram e o coração das atletas parecia bater no mesmo ritmo. Os sorrisos carismáticos eram sincronizados, assim como as jogadas de ataque. O jogo perfeito.

Os olhos marejados de uma colega jornalista me deram a certeza de que o que eu senti naquele momento foi compartilhado por todos os presentes. Ainda bem.

Charge: O Caldeirão assusta!

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E que não teme o podereso Leão da Ilha e sua torcida?

Bola pro alto que o jogo é de campeonato!

Ao final do jogo entre Sport e Sete de Setembro realizado em Garanhuns, vi o percentual de bola rolando e de bola parada que foi mostrado pela rede de televisão que transmitiu a partida e percebi que eles deveriam acrescentar mais uma opção: tempo de bola no ar!

Porque eu confesso que numa partida de futebol profissional nunca vi tantos ‘bombões’ de um lado pra outro. Em determinado instante do jogo pareceu mais uma partida de tênis, era um time chutando de um lado e o outro time chutando do outro.

Gente, que campo é aquele? Não quero ficar aqui arrumando desculpas pra o empate do jogo de ontem contra o Sete de Setembro, mas nitidamente o Sport foi prejudicado pelo mal estado do gramado. Aí me perguntam: mas o gramado não é ruim para os dois times? É! Concordo! Mas a qualidade técnica do Sport é indiscutivelmente superior ao time garanhuense, com todo respeito ao pessoal de Garanhuns, mas é a pura verdade. O único futebol realmente prejudicado ontem foi o do time rubro negro da Ilha.

Sem falar é claro que a trave pintou o “Sete” pra cima do Sport. Foram três bolas na trave e como todos sabem o “Sete” é número de mentiroso, porque se contarmos esse lance que descrevo a seguir, diriam que foi mentira: Luisinho Netto bate uma senhora falta, a bola bate na trave lateral direita, nas costas do goleiro e em seguida no travessão superior e não entra! Sem falar no goleiro deles, Mondragon (parece nome de personagem de desenho japonês) que estava em noite inspirada.

O empate não foi de todo ruim, ainda somos o líder do nosso grupo. Jogaremos contra o Central na Ilha no próximo domingo e lá não teremos desculpas acusando o gramado de atrapalhar o bom futebol do nosso time, apesar do nosso campo também não ser um dos melhores… Mas bola pra frente e não pro alto, porque como diz os realistas: temos que ter os pés no chão, ou pra melhorar: temos que ter a bola no chão!

Resultado ruim, porém normal

E como diz o velho ditado “o bom filho a casa torna”, ó nós aqui outra vez! Depois de dois longos anos longe, voltei para dar minha modesta colaboração à este que é, sem dúvida, o melhor espaço da torcida Leonina na grande rede. Será um imenso prazer estar com vocês novamente.

Mas vamos ao que interessa: Sport 1×1 Sete de Setembro. Confesso que apesar de ruim, o resultado não me surpreendeu. Alias, tão ruim quanto o resultado foi o jogo. Deu agonia! Calo na vista! Não sei se vocês concordam comigo, mas não há como tomar essa partida para analisar a situação de nosso elenco. É inegável que se tivéssemos mais um ou dois jogadores de qualidade talvez pudéssemos ter vencido. Mas aí estaríamos entrando no mundo ideal do hipotético.

Vamos voltar para o mundo real então.O que faltou ontem? Faltou ritmo de jogo. Faltou entrosamento. Faltou preparo físico e emocional. E, sobretudo faltou a danada da sorte. Não foi incompetência não, foi azar mesmo. Porque é difícil falar em competência com um gramado horrível daquele. E o gol deles foi brincadeira. Para não dizer que não falei das flores, Madeira bem que podia ter feito aquele gol no segundo tempo…Mas Mondragon tava inspirado.

Merece destaque positivo Luizinho Neto, o jogador mais perigoso do Sport na bola parada. Merece paciência por parte da torcida Daniel Paulista, que parece ainda meio perdido em campo. Mas é natural que um atleta que veio de um time pequeno sinta a pressão quando veste a camisa de um clube grande. Quanto a Nelsinho a única ressalva que faço a ele é no posicionamento de Diogo. Ô professor!! Diogo não é lateral, e muito menos meia! Ele joga bem entre uma loira e uma morena e com  um pagode baiano tocando ao fundo. Quando houver o concurso de negão do “é o tchan” inscrevam Diogo, pois ele sabe rebolar como ninguém. Começe a jogar bola garoto!! Se não você vai se perder.

No mais, não há nada de muito sério para se arrumar. Início de temporada é assim mesmo. Com o passar do tempo e a entrada dos reforços, o time vai começar a se ajustar e mostrar sua verdadeira cara.

Charge: É hora de vencer mais uma!

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Em sua caminhada rumo ao Tri-campeonato, é hora do Leão passar pela “Cidade das Flores” e somar mais três pontos!

Deu pro gasto

O placar elástico marcou a estréia do Sport no Pernambucano 2008. Porém, apesar da maiúscula vitória vimos alguns jogadores ainda sem ritmo de jogo e isso atrapalhou um pouco o desenvolvimento do time inteiro. O único que parece que não perdeu a boa forma foi Magrão. Mais uma vez uma excelente partida, sendo ele, ao lado de Romerito (quem diria), os melhores em campo.

O Salgueiro não foi um grande adversário e o fato de terem sido goleados diz exatamente o que apresentaram durante o jogo inteiro. Ou seja: quase nada!  Chegaram com algumas chances reais que não se converteram em gols devido ao paredão rubro negro chamado Magrão. O goleiro rubro-negro realizou no mínimo duas defesas magníficas, inclusive tirando aplausos do próprio atacante do time do sertão pernambucano. O Salgueiro acabou por decepcionar a muita gente, esperava mais dificuldades, mas não foi o que se viu. 

Voltando a falar do Sport, vimos um meio de campo ainda embolado, uma zaga ainda um tanto quanto confusa, um ataque ainda imaturo e um condicionamento físico que aos poucos irá chegar a seu ponto ideal. 

Mas com certeza tudo isso será resolvido, jogadores importantes faltam entrar no time e aí sim o Sport deverá realmente apresentar sua cara. Igor e Carlinhos Bala retornaram, Leandro Machado e Enilton ainda vão fazer sua estréia. Em suma: ainda veremos o verdadeiro Sport nesse campeonato.

Começar com uma goleada é sempre bom principalmente no quesito saldo de gols. Vimos algumas contratações como Nino Guerreiro e Daniel Paulista jogarem, Madeira e Reginaldo atuando juntos; não foi nada de extraordinário, mas pra começo deu pro gasto.

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