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Atendendo a pedidos…

Muita gente escreveu, ligou e até me perguntou pessoalmente na rua (taí sua resposta Léo!) as escalações do Sport nestas três grandes vitórias que relembramos aqui hoje. Outro questionamento feito intensamente é se procede a informação de que o São Paulo nunca bateu o Leão em jogos no Recife.

Bom, então, atendendo a pedidos, lá vão os times:

Campeonato Brasileiro Série A - 01/11/1994: Sport 5×2 São Paulo

Sport: Jefferson; Givaldo, Gílton, Adriano e Dedé; Dário (Borçato), Chiquinho e Juninho; Leonardo, Fábio (Wender) e Zinho. Técnico: Givanildo Oliveira.

São Paulo: Zetti; Cafu, Júnior Baiano, Murilo (Aílton) e André Luis; Doriva, Axel, Alemão e Palhinha; Euller e Caio (Toninho Cerezo). Técnico: Telê Santana.

Copa dos Campeões - 22/07/2000: Sport 3×1 São Paulo

Sport: Bosco; Russo, Márcio, Érlon e Juninho Rodrigues; Sidney, Leomar, Adriano (Rosivaldo) e Nildo; Sandro Gaúcho (Marquinhos) e Leonardo (Almir). Técnico: Émerson Leão.

São Paulo: Rogério Ceni; Belletti, Álvaro, Rogério Pinheiro e Fábio Aurélio; Axel (Souza), Alexandre, Raí e Carlos Miguel (Fabiano); Marcelinho Paraíba e Ilan (Edu). Técnico: Levir Culpi.

Campeonato Brasileiro Série A - 09/11/2000: Sport 4×3 São Paulo

Sport: Bosco; Russo (Almir), Sandro Blum, Érlon e Dutra; Sidney, Leomar, Adriano (Sandro Gaúcho) e Nildo; Leonardo e Taílson. Técnico: Émerson Leão.

São Paulo: Rogério Ceni; Belletti, Ayala, Rogério Pinheiro e Gustavo Nery; Fábio Simplício, Maldonado (Júlio Batista), Alexandre e Beto (Ilan); França (Jean) e Marcelo Ramos. Técnico: Levir Culpi.

Quanto a invencibilidade do Leão diante do São Paulo, ela é verdadeira se considerarmos apenas os jogos na Ilha do Retiro. Ou seja, dentro da nossa casa o tricolor paulista jamais conseguiu nos bater. Contudo, em 31 de agosto de 1973, em partida válida pelo Brasileirão e realizada no Arruda, o São Paulo venceu por 3×0.

2 Comentários »

  1. Rinaldo Dias disse,

    29 de outubro de 2007 @ 11:42

    Valeu, Antunes…é sempre bom relambrarmos o bom passado em que nosso time jogava determinado e “sem medo de ser feliz”.

    Sou amigo de Givaldo, e vez por outra ingerimos uma cervejinha proseando sobre os grandes sucesso do leão, principalmente da época em que ele era titular do time. Hoje ele mantém uma escolinha de futebol na sua cidade natal, Panelas/PE, e faz um tempinho que não o vejo.

    Tempos bons que deveriam servir de ensinamento para muitos treinadores que chegam por aqui sem querer reconhecer o nosso Glorioso leão como um time grande com reconhecimento nacional.

    Mas voltaremos a figurar entre os melhores, se Deus quiser. O tempo dirá, principalmente se continuarmos na primeira classe do futebol, embora que , para tal façanha, precisemos jogar como ontem, com garra e determinação.

    Somente perdemos ontem por erros no “último passe” e nas finalizações, deficiência que temos observado a um bom tempo.

    Abraço.

  2. José Melquisedeck disse,

    7 de novembro de 2007 @ 18:17

    É muito gostoso mesmo ver o flamengo lamentar,chorar o título de 1987,que sem sombra de dúvidas pertence ao sport Recife.

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