Especial Clássico dos Clássicos
O Sport possui no elenco um jogador que adora marcar gols em duelos contra o Náutico. Carlinhos Bala, artilheiro do Leão no Campeonato Brasileiro com 11 gols, é esse homem.
Bala já disputou 18 partidas contra os alvirrubros. E balançou a rede 13 vezes. No último jogo, inclusive, o atacante marcou dois dos quatro gols do Sport na partida do primeiro turno do Brasileirão.
Esquivando-se da pressão que a fama de carrasco poderia colocar sobre as suas costas, o jogador desconversa. Certo ele, já que a tensão de jogar um clássico dessa importância já é o suficiente para fazer alguns estragos. Com a obrigação de ser o “homem-gol” contra o Náutico, as pernas podem pesar ainda mais.
Mas ter suas preferências não é nada feio, Carlinhos. Todos nós temos, em várias situações da vida. No futebol, veja você, até o Rei Pelé tinha lá a sua “quedinha” por um adversário em especial. E olhe que com ele não havia cerimônias na hora de balançar as redes. Marcou em várias épocas, contra centenas de adversários e em locações ao redor do mundo (locações, pois o que o Rei fazia era coisa de cinema.)
Mas o Corinthians sofreu por demais. Pelé marcou 33 gols em 24 jogos que atuou contra o alvinegro da capital paulista. Durante o período em que o melhor do mundo defendeu o “Peixe”, nunca o Timão saiu vitorioso. Foram 10 longos anos para a massa corintiana.
Os números de Carlinhos Bala são, obviamente, muito mais tímidos do que os do Rei Pelé. A invencibilidade do atacante é de “apenas” oito jogos. Essa referência foi só uma dica para Bala. A torcida rubronegra deve torcer para que domingo ele não se faça de rogado. Se gosta tanto de fazer gols contra o rival, vai lá e faz. Sem acanhamento.



AMARAL disse,
21 de setembro de 2007 @ 18:48
Tenho certeza que o nosso CARLINHOS MÍSSIL fará pelo menos um golzinho nas bonecas rosadas…
hilson mergulhao breckenfeld filho disse,
22 de setembro de 2007 @ 10:45
mas será possível que clássico,não existe clássico se não há equilíbrio entre os dois times gostem ou não o sport é maior em qualquer nível de comparação,exceto no vices-campeonatos que o naútico foi mais vezes;nos anos sessenta e só naquela época o alvi-rubro foi competitivo,hoje é só tradição, tal qual o américa e um infindável números de usineiros falidos que vivem de dizer sabem quem eu fui,é isso,qualquer que seja o resultado o jogo entre sport e naútico não é clássico.