Vai ser com emoção, até o final!
Atacantes que não se firmam. Meias que são vendidos aos montes. Zaga que se mostra cada vez mais frágil. Ingredientes perfeitos para uma tragédia? O Sport, pelo menos por enquanto, mostra que não. O time ocupa atualmente a sexta colocação na Série A (deve perder alguns lugares após o final da rodada). Tem uma campanha de respeito na Ilha do Retiro, apesar do desastre contra o Internacional. E começa a beliscar seus pontinhos fora de casa.
A torcida agora trava uma luta para entender que diabos de campeonato é esse. Altos e baixos, o céu (vaga na Libertadores) muito próximo do inferno (queda para a segundona). A Série B serviu como laboratório, mas tudo na primeira divisão se torna mais intenso.
Quantas e quantas vezes amigos não ligaram para o meu celular após uma grande vitória com o gritos “Agora vai ser campeão!”, ou “Vamos buscar a vaga!”. Na rodada seguinte quase sempre nã há ligações. O time perde e, só no outro dia, chegam os primeiros comentários. “O que foi aquilo?”. Essa é a pergunta clássica após a derrota.
É o campeonato da preucupação com a tal janela de transferências. Antes era perder jogadores para os times brasileiros com maior poder econômico. Agora temos que competir também com Japão, Israel, México, Catar…
É o campeonato da busca pelas competições internacionais, apesar de pouca gente acompanhar a tal Sul-Americana.
E principalmente, é o campeonato das 38 finais. Parece óbvio dizer que os três pontos perdidos contra o Goiás irão pesar tanto quanto os três pontos que serão disputados no último jogo da Série A. Mas não é bem assim. Manter a concentração dos jogadores e a presença dos torcedores durante todo esse tempo não é tarefa das mais simples.
O Sport, em 17 rodadas, só saiu na frente do marcador seis vezes. Só não levou gol em dois jogos. Então fica o aviso: os jovens rubro-negros que possuem histórico de cardiácos na família já devem fazer suas revisões médicas. Para os já safenados, o negócio é mesmo se afastar. Vai ser com emoção, até o final!



SANDRO AUGUSTO disse,
5 de agosto de 2007 @ 22:33
Alõ galera rubro negra, ontem naquele espetáculo eu percebi mais ainda que não estava num estádio, estava num templo; Não acompahado de torcida, era a companhia de um nação; E não estava presenciando um time pernambucano jogar, na verdade era uma seleção. Tudo me faz crêr que assim com essa postura de poder de reação é que vamos mostrar pra esses sulistas que nós também sabemos o que é um bom futebol e agora cada vez que fomos jogar fora nossos heróis devem entrar em campo com respaldo e postura para olhar p/ torcida adversária, emcara-los como se fosse olho no olho de cada um e transmitir profundamente a seguinte expressão: Viemos aqui p/ acabar com festa de vocês por que voces agora estão diante é do bravo SPORT CLUB DO RECIFE, curvem-se! Pois, com esses caras não tem nada que ter humildade não, afinal eles não teêm nehuma consco. Chegam aqui tirando onda até por demais. Esse é o meu recado p/ minha nação, Pelo sport tudo, tudão!
kassio renato disse,
5 de agosto de 2007 @ 22:50
no jogo contra o atretico tinha um joven de apenas treze anos que falou “assim o sport quer min levar ao tumulo” eu respondi a ele que ele sendo realmente rubro negro tem que se acostumar pois o sport e tradição o sport e muita emoção sport e alegria.